Clauh Roteiros de venda

Para gravar e apresentar

Roteiro da VSL e roteiro de demonstração.

Feitos com os fatos reais da Clauh. Os campos em [destaque] são pra você preencher antes de usar.

Roteiro 1 · VSL

O vídeo de vendas

Falas em primeira pessoa, pra você gravar. Total estimado: 4 a 5 minutos.

0:00 a 0:30

Bloco 1 · Gancho, a dor real

Cena: você direto pra câmera, plano fechado, sem legenda ainda.

"Se você tem pousada ou hotel, deixa eu te fazer uma pergunta direta. Quantas reservas você já perdeu porque ninguém respondeu o WhatsApp na hora? O hóspede mandou mensagem, esperou, não teve resposta rápida, e foi fechar com o concorrente. Isso acontece todo dia. De madrugada, no fim de semana, na hora do almoço. E o pior: você nem fica sabendo do que perdeu."

0:30 a 1:15

Bloco 2 · Agitação

Cena: tom mais próximo, gesticulando pouco.

"O problema não é falta de esforço. Você responde, sua equipe responde, mas ninguém consegue estar no WhatsApp 24 horas por dia. E tem outro detalhe que quase ninguém resolve: o curioso que só quer saber o preço e o comprador decidido, pronto pra fechar, caem na mesma fila. Enquanto você responde dez pessoas que não vão fechar, quem estava pronto pra reservar desistiu. Pergunta sem resposta é reserva perdida. E de madrugada, quando chega mensagem, ou você atende mal, meio dormindo, ou não atende. Nos dois casos, quem perde é a pousada."

1:15 a 2:00

Bloco 3 · Virada, apresenta a Clauh

Cena: muda o ritmo. Tom firme, de solução. O nome Clauh pode entrar na tela.

"Foi por isso que eu criei a Clauh. E eu quero ser exato com você sobre o que ela é. A Clauh não é um bot de respostas prontas. Ela é uma atendente de inteligência artificial que atende o seu hóspede no WhatsApp. Ela responde na hora, tira dúvida, faz a cotação, conduz a conversa e ajuda a fechar a reserva. 24 horas por dia, todo dia. É a sua central de reservas funcionando o tempo inteiro, sem fila, sem hóspede esperando, sem reserva escapando por demora."

2:00 a 3:00

Bloco 4 · Prova real

Cena: tom de quem mostra resultado. Se der, os dados na tela conforme você fala, sem inflar.

"E eu não estou te falando de teoria. A Clauh roda em produção na Pousada Aratuca. A campanha de tráfego da Aratuca tem um ROAS anual verificado de 7,56 vezes. São 14.860 reais investidos que viraram 112.294 reais em receita atribuída. Dez dos doze meses ficaram acima de três vezes o investido. Só no mês de agosto, a inteligência artificial atendeu 2.400 conversas. E a Aratuca é bem avaliada onde importa: 9,1 no Booking, 4,8 no Google. É nesse nível de operação que a Clauh trabalha todo dia. E hoje ela já não está só na Aratuca: o primeiro cliente pago externo é o Babitonga Hostel, que começou como piloto e virou cliente pago."

3:00 a 3:40

Bloco 5 · Como funciona, em 3 passos

"E funciona simples, em três passos.
Passo um: a gente implementa a Clauh no WhatsApp da sua pousada. Você não precisa configurar nada sozinho, a operação é nossa.
Passo dois: a Clauh passa a atender seus hóspedes na hora, 24 horas, respondendo, cotando e conduzindo pra reserva.
Passo três: você acompanha as conversas e recebe as reservas, enquanto a atendente de IA trabalha sem parar, inclusive de madrugada e no fim de semana."

3:40 a 4:20

Bloco 6 · Oferta, a tabela por quartos

Cena: tabela de preços na tela enquanto você fala. Tom tranquilo, sem pressão.

"O investimento é uma mensalidade que varia pelo número de quartos da sua pousada, e a assinatura da inteligência artificial já vem inclusa nesse valor. São três faixas: 1.200 reais, 1.800 reais ou 2.700 reais por mês, conforme o tamanho da sua operação. Se você tem hostel, a cobrança é por leito. Além da mensalidade, tem a implantação, que é única, o valor de [implantação]. É isso. Sem letra miúda."

4:20 a 4:50

Bloco 7 · Chamada final

Cena: plano fechado, olho na câmera, chamada direta.

"Se você está perdendo reserva por demora no WhatsApp, a Clauh resolve isso a partir de agora. Clique no botão aqui embaixo, ou chame a gente direto no [wa.me], e eu te mostro a Clauh funcionando ao vivo, com a sua realidade. Sem compromisso. Você vê atendendo e decide. Te espero do outro lado."

Na gravação: blocos 1 e 2 mais lentos, pra dor pesar; do 3 em diante o ritmo sobe. Não improvise números, use exatamente 7,56x, 14.860, 112.294, 2.400, 9,1 e 4,8. Preencha [wa.me] e [implantação] antes de publicar.
Roteiro 2 · Demonstração

A demo ao vivo

Mostrar a Clauh atendendo de verdade e conduzir do teste pra virada de venda. Curto e prático.

1

Preparação

Abra o WhatsApp onde a Clauh atende (ambiente de demonstração ou o número autorizado pra teste). Deixe a tela pronta pra compartilhar. Tenha à mão a tabela de preços por quartos e o contato de parceria.

2

Abertura, 30 segundos

"Vou te mostrar a Clauh atendendo agora, ao vivo. Você vai conversar com ela como se fosse um hóspede da sua pousada. Preste atenção na velocidade da resposta e em como ela conduz."

3

Primeira mensagem como hóspede

Digite algo real: "Oi, vocês têm quarto pra esse fim de semana?" Mostre que a resposta chega na hora.

"Repare que não teve fila, não teve 'aguarde'. Isso é 24 horas por dia."

4

Segunda mensagem, dúvida real

Digite: "É pra duas pessoas, tem café da manhã incluso?" Mostre que ela responde com precisão e mantém o fio.

"Ela entende o contexto, não é resposta pronta solta."

5

Terceira mensagem, cotação

Peça o preço: "Quanto fica as duas diárias?" Mostre a cotação chegando.

"Aqui é onde a maioria perde reserva, na demora pra cotar. A Clauh cota na hora."

6

Quarta mensagem, condução pra reserva

Avance como comprador decidido: "Fechou, quero reservar." Mostre como ela conduz pro fechamento.

"Repare que ela não só informa, ela leva pra reserva. Ela atende o curioso sem gastar o seu tempo e leva o decidido direto pra reserva, sem travar a sua equipe."

7

Virada pra venda

Pergunte direto: "Quantas mensagens assim a sua pousada recebe por dia? E quantas ficam sem resposta na hora, principalmente de madrugada e fim de semana?" Deixe responder.

"Cada uma dessas sem resposta é uma reserva que pode ter ido pro concorrente. A Clauh não deixa nenhuma esperando."

8

Prova, os números reais

"Isso que você acabou de ver roda em produção na Pousada Aratuca. A campanha de tráfego de lá tem ROAS anual verificado de 7,56 vezes, e só em agosto a IA atendeu 2.400 conversas. O primeiro cliente pago externo, o Babitonga Hostel, já começou como piloto e virou cliente pago."

9

Oferta, conforme quem está na frente

Dono de pousada: "A mensalidade vai pelo número de quartos: 1.200, 1.800 ou 2.700 por mês, com a assinatura da IA já inclusa. Mais a implantação, que é única. Hostel é por leito."

Parceiro que indica: "No modelo de parceria, você indica e vende, a gente implementa e opera. Você ganha 20% se só indicar, ou 30% se fechar a venda você mesmo, sobre o setup e sobre a mensalidade."

10

Fechamento, próximo passo claro

"Faz sentido pra você? Se sim, eu já deixo a implantação encaminhada e a Clauh começa a atender seus hóspedes. Quer que eu siga?"

Se for parceiro: "Quer que eu te mande o material pra você começar a indicar ainda esta semana?"

Regras da demo: sempre chamar a Clauh de atendente de IA, nunca de software nem bot. Só os números reais (7,56x, 14.860, 112.294, 2.400, 9,1, 4,8). Não crave valor de implantação de cabeça, use "a implantação, que é única". Deixe o prospect ver a Clauh respondendo antes de falar de preço.
Roteiro 3 · VSL versão valor

O vídeo de venda de valor (VVV)

Mesma oferta do roteiro 1, montada na estrutura VVV do Leandro Ladeira (Venda Todo Santo Dia), adaptada de infoproduto para ferramenta. Estimado: 18 a 25 minutos.

O que muda nesta versão, e por quê

1. Este vídeo não fecha a venda, ele qualifica. A própria régua do método diz: ticket de 300 a 2.500 reais fecha em vídeo de vendas; acima de 2.500, a mesma estrutura vira reunião, apresentação ou evento ao vivo. A Clauh é implantação mais mensalidade de 1.200 a 2.700, então fica acima da linha. O trabalho deste vídeo é filtrar quem serve e levar pra conversa, não pro botão de comprar.

2. Vende o vídeo, não o produto. A promessa da abertura é de aprendizado dentro do próprio vídeo. Quem assistir e não contratar tem que sentir que valeu o tempo. É por isso que tem exercício no meio, e o exercício é de verdade.

3. Prova de ferramenta não é depoimento, é a coisa funcionando. Em infoproduto a prova é resultado de aluno. Aqui é a tela: número medido, conversa real com hora, painel. Elogio de cliente não entra.

4. A urgência é operacional, não artificial. Nada de contador regressivo ou vaga limitada inventada. O que aperta de verdade é temporada com data e prazo de implantação.

0:00 a 1:00

1 · Promessa com QFD, vendendo o vídeo

Cena: você direto pra câmera, plano fechado. Sem vinheta, sem apresentação, sem currículo. A primeira frase é a parte mais importante da copy inteira.

"Neste vídeo eu vou te ensinar a medir quanto a sua pousada está perdendo de reserva por mensagem sem resposta no WhatsApp. E depois vou te mostrar o que fazer com esse número."

"Você vai sair daqui com a conta feita, com dois exercícios que dá pra fazer hoje ainda, e sabendo exatamente onde o dinheiro está escapando. Mesmo que você nunca fale comigo depois deste vídeo, o tempo aqui vale a pena. Se você aplicar só a primeira parte, você já vai enxergar dinheiro que hoje passa pela sua porta sem você ver."

O QFD por trás: Q (objeto de desejo) é parar de perder reserva por demora. F (como) é medir o vazamento e tirar a fila do atendimento. D (por quê) é dormir sem o celular do lado da cama, liberar a recepção e parar de depender de quem responde mais rápido.

1:00 a 1:40

2 · Para quem é, o filtro de copy

Cena: mesma tomada. Aqui o objetivo é fazer quem não serve sair do vídeo. Como o tráfego é pago, quem fica sem ser público custa dinheiro.

"Isso aqui é pra você que é dono ou gerente de pousada, hotel pequeno ou hostel, que recebe pedido de reserva pelo WhatsApp e atende com a própria equipe, ou sozinho mesmo. Se você tem de [6 a 40] quartos, ou hostel cobrando por leito, é exatamente pra você."

"Não é pra rede grande que já tem central de reservas montada com turno de 24 horas. Esses já resolveram no dinheiro. E também não é pra quem quer um robô de menuzinho, aquele 'digite 1 para valores'. Isso aqui é outra coisa, e daqui a pouco você vai entender por quê."

1:40 a 3:30

3 · Prova, evidência e não elogio

Cena: compartilhamento de tela. Cada número que você fala aparece na tela no mesmo instante. Nada de cor, tudo mostrado.

"Antes de te ensinar como funciona, eu preciso te mostrar que funciona. E prova não é alguém falando bem de mim. Prova é evidência."

[Tela 1, relatório de campanha] "A campanha de tráfego da Pousada Aratuca, que é a minha pousada, fechou o ano com retorno de 7,56 vezes o investido. São 14.860 reais em anúncio que viraram 112.294 reais em receita atribuída. Dez dos doze meses ficaram acima de três vezes o investido."

[Tela 2, painel de conversas] "Só no mês de agosto, a atendente de IA atendeu 2.400 conversas."

[Tela 3, conversa real com o nome do hóspede borrado] "Essa conversa aqui é de [hora da madrugada]. Repare no horário. Virou reserva."

"E a Aratuca é bem avaliada onde importa: 9,1 no Booking e 4,8 no Google. Isso não prova que a inteligência artificial é boa. Prova que ela atende numa operação que o hóspede aprova, que é diferente."

"E não é só na minha casa. O Babitonga Hostel começou como piloto e virou cliente pagante."

3:30 a 8:30

4 · História, a procedência do método

Cena: volta pra câmera, sem tela. Esta é a parte mais longa e é ela que segura o vídeo. Primeiro sumária (linha do tempo), depois cênica (com hora, fala e nome).

Sumária, a linha do tempo: "Deixa eu te contar como eu cheguei nisso, porque não foi lendo sobre inteligência artificial. Eu sou dono da Pousada Aratuca, em São Francisco do Sul, no litoral norte de Santa Catarina. Em [ano] eu [como começou a operar]. Em [ano] eu comecei a anunciar de verdade, e foi aí que o WhatsApp virou o balcão da minha recepção."

Cênica, a cena que só você tem: "[Era um domingo, seis e meia da manhã. Eu abri o WhatsApp e tinha 11 mensagens da madrugada. Uma delas era da (nome), perguntando se tinha quarto pro fim de semana. Eu respondi às 7h04. Ela respondeu três palavras: já fechei em outro lugar.]"

A crise: "[O que essa perda significou naquele mês. O que você falou pra alguém, e o que a pessoa te respondeu.]"

A descoberta: "E aí eu entendi uma coisa que mudou tudo. O meu problema não era que eu demorava a responder. Era que eu não tinha como saber o tamanho do buraco. Reserva perdida não aparece em relatório nenhum. Ela não vira número, ela vira silêncio. Dá pra perder dinheiro todo santo mês achando que está tudo bem."

A transformação: "Eu não saí comprando sistema. Eu construí uma atendente pra minha própria pousada. Testei na minha operação, com o meu caixa, com o meu hóspede reclamando na hora que ficava ruim. [O que quebrou e você teve que refazer.]"

Estado atual: "Hoje ela atende 2.400 conversas por mês na Aratuca, e já não atende só a minha casa. O Babitonga Hostel foi o primeiro de fora, começou como piloto e hoje é cliente pagante."

Aviso sério: os trechos em [destaque] aqui são os únicos que ninguém pode escrever por você. História inventada não sobrevive à primeira pergunta do prospect. Regra do método: história tem diálogo, tem hora, tem barulho. Se não tiver fala de alguém dentro, não é cênica, é resumo.

8:30 a 15:00

5 · Conteúdo, jeito errado contra jeito certo

Cena: aqui você vira professor. Pode usar slide. É o bloco que faz o vídeo valer mesmo pra quem não vai contratar.

Jeito errado, o que todo mundo faz: "Existem três saídas comuns pra esse problema, e você provavelmente já tentou as três. A primeira é colocar mais gente pra revezar no WhatsApp: pesa na folha e mesmo assim ninguém cobre madrugada e domingo. A segunda é instalar um robô de menu, aquele 'digite 1 para valores'. O hóspede digita 1, recebe uma tabela e some, porque robô de menu não cota, ele empurra. A terceira é tentar responder mais rápido na força do braço: você passa a dormir com o celular do lado da cama e ainda assim perde."

A lógica do erro: "As três atacam a velocidade. E velocidade não é o gargalo. O gargalo é que na sua recepção existe uma fila só. O curioso que só quer saber o preço e nunca vai fechar entra na mesma fila do hóspede que já decidiu. É a mesma pessoa respondendo, no mesmo minuto. Enquanto a sua recepcionista explica pela décima vez se aceita pet, o hóspede que ia fechar duas diárias desistiu. E tem uma parte pior: você nunca vê. A reserva perdida não entra em relatório."

Jeito certo, o mecanismo: "O caminho é contraintuitivo. Em vez de tentar responder mais rápido, você tira a fila. São três pilares."

"Um, atendimento sem fila. Todo mundo é atendido na hora, inclusive o curioso. Parece desperdício e é o contrário: atender o curioso na hora é justamente o que devolve a sua equipe pro hóspede que fecha."

"Dois, cotar em vez de informar. Informar é mandar tabela. Cotar é olhar a data, o número de pessoas, a regra de tarifa e devolver o valor daquela estadia. Quem só informa perde na hora que o hóspede tem que fazer a conta sozinho."

"Três, tornar o invisível visível. Toda conversa fica registrada, com hora. Aí a reserva perdida sai do silêncio e vira número. E o que vira número, você conserta."

Sempre que, então: "Grava isso. Sempre que você abrir o WhatsApp de manhã e ver mensagem da madrugada sem resposta, você vai lembrar que aquilo não é mensagem atrasada. Aquilo é uma reserva que já foi decidida em outro lugar."

Exercício 1, a conta do buraco: "Faz comigo, dá dois minutos, pode pausar o vídeo. Abre o WhatsApp da pousada e olha os últimos sete dias. Conta quantas mensagens chegaram entre dez da noite e oito da manhã. Agora conta em quantas dessas você respondeu em menos de uma hora. A diferença é o seu número. Multiplica pela sua diária média e por duas noites, que é a média de estadia. Esse é o tamanho do que passou pela sua porta só nesta semana."

Exercício 2, onde a conversa morre: "Agora pega as dez últimas conversas que não viraram reserva. Marca em quantas a última mensagem foi sua, com o preço. Se for mais da metade, o seu problema não é preço. É que ninguém conduziu a conversa depois do preço."

Transição: "Agora você tem o seu número e sabe onde a conversa morre. Deixa eu te mostrar como a gente fecha esses dois buracos sem você contratar mais ninguém."

15:00 a 18:00

6 · Explicação da oferta

Cena: tela com os entregáveis, depois a tabela de preços. Tom tranquilo, sem pressão. Só entra aqui depois que a pessoa já fez os exercícios.

"A Clauh é uma atendente de inteligência artificial que atende o seu hóspede no WhatsApp da sua pousada."

Entregáveis: "O que entra: [implantação feita pela nossa equipe, conexão do seu número, treinamento com as suas informações, tarifas e regras da casa, painel com todas as conversas, ajustes durante o período]."

Prazo: "A implantação leva [prazo] e a operação é nossa. Você não configura nada."

Ganho rápido (o bônus paliativo): "E logo nos primeiros dias você recebe [o relatório de mensagens fora de horário da sua própria pousada]. É o exercício que você acabou de fazer no olho, só que medido de verdade, com o seu histórico inteiro."

Garantia: "[definir a garantia]."

Preço: "A mensalidade vai pelo número de quartos: 1.200, 1.800 ou 2.700 reais por mês, com a assinatura da inteligência artificial já inclusa. Hostel é por leito. Além da mensalidade tem a implantação, que é única, [valor da implantação]."

Ancoragem: "Faz a conta comigo. Se a sua diária média é de [300] reais e a Clauh segura uma reserva de duas noites por semana que hoje escapa, são [2.400] reais por mês que voltam. A faixa de entrada custa 1.200. Uma reserva por semana já paga, o resto fica com você."

18:00 a 19:30

7 · CTA emocional

Cena: volta pro plano fechado, sem tela. Olho na câmera. Nada de "clique aqui e não perca tempo".

"Agora você tem uma decisão pra tomar, e ela não é sobre contratar um sistema."

"Você já tem o seu número. Já sabe que toda madrugada tem alguém perguntando se tem quarto, e que na maioria das vezes quem responde primeiro leva."

"Você pode continuar do jeito que está, dormindo com o celular do lado da cama, com a sua recepção correndo atrás de curioso e a sua ocupação dependendo de quem acorda mais cedo. Ou você pode ter a sua pousada atendendo o hóspede na hora, às três da manhã, no domingo, no feriado, enquanto você está com a sua família."

"Se é isso que você quer, clica no botão aqui embaixo, ou chama a gente direto no [wa.me]. A gente marca [30] minutos, você conversa com a Clauh como se fosse o seu hóspede, e decide vendo. Sem compromisso."

"E leva o número da conta que você fez agora. É por ele que a nossa conversa começa."

O que tirar antes de gravar (régua do método): depoimento que é elogio e não evidência sai. Promessa se faz uma vez, no início, e não se repete em cada bloco. Currículo e prêmio ficam fora, falar bem de si mesmo o tempo todo passa insegurança. E nada de explicação óbvia, o tipo "responda rápido e seja simpático", que é o que o método chama de Jornal Hoje: informação que todo mundo já sabe e que derruba a sua autoridade.

Emoção e razão nos dois lados: a emoção é a madrugada, o celular na cabeceira, a família esperando. A razão é a conta: 7,56 vezes, 2.400 conversas, uma reserva por semana paga a mensalidade. Um sem o outro não vende.

Números: só os reais, exatamente assim: 7,56x, 14.860, 112.294, 2.400, 9,1 e 4,8. Não arredonde pra cima na gravação.

Quando usar cada roteiro.

Roteiro 1 (VSL direta, 5 minutos): para anúncio frio, público que ainda não sabe que existe atendente de IA pra pousada, e para quem chega pelo Instagram. Vende a conversa rápido.

Roteiro 3 (VVV, 20 minutos): para quem já demonstrou interesse, para a página de vendas, para mandar antes da reunião e para o parceiro que indica. É ele que constrói autoridade e faz o prospect chegar na call sabendo do que se trata.

Roteiro 2 (demo): continua sendo o que fecha, ao vivo, depois de qualquer um dos dois.

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